O peso da decisão no VAR

A definição do responsável pelo VAR para o confronto de volta das oitavas de final da Conmebol Libertadores entre Flamengo e Cruzeiro traz um nome que já desperta debates no futebol sul-americano. O uruguaio Andrés Cunha foi escalado para operar a tecnologia de vídeo no duelo decisivo, carregando consigo um histórico de atuação em momentos de alta tensão e polêmicas.

Cunha é um árbitro experiente, mas que já esteve no centro de discussões importantes em competições continentais. O nome remete imediatamente a episódios de 2018, quando suas decisões foram amplamente questionadas por clubes brasileiros. Em um jogo onde cada detalhe pode definir a classificação para as quartas de final, a presença de um árbitro com esse histórico coloca sob os holofotes a precisão das revisões tecnológicas.

O impacto dessa escolha vai além do campo. Para Flamengo e Cruzeiro, a atuação do VAR será determinante para evitar interpretações que possam alterar o rumo da eliminatória. Em mata-matas da Libertadores, a margem de erro é mínima, e a experiência de Cunha em grandes palcos será testada sob a pressão constante das decisões de vídeo que moldam o destino das equipes na competição.

Perguntas frequentes

Quem será o responsável pelo VAR em Flamengo x Cruzeiro? O uruguaio Andrés Cunha foi o escolhido para operar o VAR no jogo.

Andrés Cunha já atuou em jogos polêmicos? Sim, o árbitro uruguaio esteve envolvido em polêmicas em competições de grande porte, como em 2018.