O dilema do adversário para o Brasil

A Seleção Brasileira carimbou seu passaporte para as oitavas de final da Copa do Mundo após uma vitória trabalhosa por 2 a 1 sobre o Japão. O triunfo exigiu ajustes táticos importantes de Carlo Ancelotti para superar a disciplina defensiva japonesa, mas agora o foco se volta para o confronto entre Costa do Marfim e Noruega, que definirá o próximo desafio do Brasil no domingo (5).

Os possíveis adversários apresentam estilos de jogo diametralmente opostos. A Costa do Marfim, comandada por Emerse Faé, utiliza um 4-3-3 propositivo e busca o drible individual. O grande perigo marfinense é Yan Diomandé, ponta do RB Leipzig que utiliza força e velocidade para desequilibrar defesas em situações de um contra um. É uma equipe que combina imposição física no meio-campo com transições rápidas pelos lados.

Por outro lado, a Noruega de Stale Solbakken aposta em um jogo mais direto e vertical. O esquema utiliza a presença de Erling Haaland para atrair a marcação e abrir espaços para ataques de profundidade. Com Martin Odegaard como o principal articulador, os noruegueses são menos pacientes na posse de bola e buscam acelerar o jogo rapidamente. Enquanto a Costa do Marfim exige atenção ao talento individual, a Noruega demanda cuidado com a explosão física e a verticalidade.

Perguntas frequentes

Quando será o jogo das oitavas de final do Brasil? O Brasil joga no próximo domingo, dia 5, contra o vencedor de Costa do Marfim e Noruega.

Quem é o principal jogador da Costa do Marfim? O atacante Yan Diomandé, do RB Leipzig, é a principal referência ofensiva da equipe.