O topo do mercado de relíquias esportivas

A recente venda da camisa usada por Pelé na final da Copa do Mundo de 1958, por US$ 4,9 milhões (cerca de R$ 25 milhões), reafirmou o valor astronômico de itens históricos do futebol. No entanto, o manto do Rei do Futebol não detém o título de peça mais cara do esporte. O recorde absoluto pertence à camisa utilizada por Diego Maradona durante a histórica partida contra a Inglaterra, nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986.

Vendida em 2022 por 7,1 milhões de libras (aproximadamente R$ 44,2 milhões na época), a peça de Maradona superou o recorde anterior do beisebol, que pertencia ao ícone Babe Ruth. O valor reflete não apenas a importância técnica do jogo, marcado pelo gol da 'Mão de Deus', mas o impacto cultural imensurável que o craque argentino deixou no esporte mundial.

Apesar do valor de mercado consolidado, a peça de Maradona enfrenta novos questionamentos. Recentemente, a viúva do jogador, Claudia Villafañe, levantou polêmicas sobre a autenticidade da camisa vendida em leilão. Ao exibir uma suposta peça original em rede de televisão, ela apontou detalhes de confecção artesanal, como escudos costurados manualmente, que poderiam divergir do item comercializado anteriormente, reacendendo o debate sobre a procedência de relíquias de alto valor.

Perguntas frequentes

Qual é a camisa mais cara da história do futebol? A camisa usada por Maradona contra a Inglaterra na Copa de 1986, vendida por cerca de R$ 44 milhões.

Quanto custou a camisa de Pelé em 1958? A camisa usada pelo Rei na final de 1958 foi vendida por US$ 4,9 milhões (R$ 25 milhões).