A derrota por 2 a 1 para a Chapecoense na Neo Química Arena não foi apenas mais um tropeço no Brasileirão; tornou-se o estopim de uma crise institucional e esportiva que atinge o Corinthians em momento crucial. A torcida, insatisfeita com a atuação do elenco, utilizou as arquibancadas para gravar vídeos e aplicar rótulos dolorosos, chamando o time de 'sem vergonha'. O grito ecoa diretamente para a próxima missão: o duelo de quartas de final da Libertadores contra o Estudiantes, na Argentina.

O contexto é desafiador. O Corinthians chega à partida desta quarta-feira (9) com quatro derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro, um jejum de vitórias que data de 9 de agosto. A equipe, que estava a apenas um ponto do G5 na 22ª rodada, viu sua distância para a zona de classificação aumentar para 11 pontos, enquanto se aproxima perigosamente da zona de rebaixamento, estando a sete pontos do Vasco. Além dos resultados ruins, o clube enfrenta problemas extracampo, incluindo pendências financeiras com jogadores e comissão técnica.

O lateral Matheus Bidu, autor do gol corintiano no jogo contra a Chapecoense, reconheceu a responsabilidade coletiva. Ele admitiu que a equipe pode se entregar mais em campo e que a cabeça está quente devido ao resultado adverso. A mensagem para o grupo é clara: esfriar a mente e trabalhar dobrado para buscar um resultado positivo na volta, disputada uma semana depois em São Paulo. A pressão sobre os jogadores aumenta exponencialmente com a cobrança da torcida e a necessidade de reverter o quadro negativo.

Perguntas frequentes

Quando é o jogo do Corinthians contra o Estudiantes? O jogo de ida das quartas de final da Libertadores acontece nesta quarta-feira (9), às 21h30 (de Brasília), em La Plata, na Argentina.

Qual a situação atual do Corinthians no Brasileirão? O Corinthians está em séria crise esportiva, com quatro derrotas consecutivas e distante da zona de classificação à Libertadores de 2027, aproximando-se da zona de rebaixamento.

Por que a torcida chamou o time de 'sem vergonha'? O termo foi usado após a derrota por 2 a 1 para a Chapecoense em casa, refletindo a insatisfação com a atuação do elenco e a sequência de resultados negativos.