O Senegal vive um cenário de guerra fora das quatro linhas enquanto tenta salvar sua participação na Copa do Mundo 2026. Após a derrota por 3 a 1 para a França na estreia, os Leões de Teranga enfrentam a Noruega nesta segunda-feira (22), mas o foco da equipe está fragmentado por uma crise administrativa severa.
Relatos de bastidores revelam um cenário caótico: o técnico Pape Thiaw está com salários atrasados há meses, prêmios de jogadores foram esquecidos e atletas precisaram arcar com as próprias refeições durante a competição. Esse desequilíbrio logístico e financeiro já cobra seu preço em campo. Na estreia contra os franceses, o desgaste físico de pilares como Kalidou Koulibaly e Idrissa Gana Guèye foi evidente, resultando em uma queda brusca de rendimento no segundo tempo.
O desafio de Pape Thiaw
Para o confronto contra a Noruega, o técnico busca ajustes táticos para compensar o cansaço físico. A expectativa é de mudanças no setor ofensivo, com possíveis entradas de Iliman Ndiaye e o jovem Ibrahim Mbaye. Apesar do clima de tensão, o elenco tenta manter o profissionalismo. O goleiro Mory Diaw afirmou que o grupo está focado em representar o país, tentando isolar os problemas da federação para garantir a sobrevivência no mata-mata.
Perguntas frequentes
Quais são os problemas internos do Senegal? A seleção enfrenta atrasos salariais do técnico, falta de pagamento de prêmios e falhas na logística de alimentação dos jogadores.
Qual o próximo jogo do Senegal na Copa? O Senegal enfrenta a Noruega nesta segunda-feira, às 21h (horário de Brasília).
