O Cruzeiro definiu uma nova diretriz financeira para a gestão de seu elenco em 2027. A liderança da SAF celeste decidiu que não repetirá o modelo de empréstimos em que o clube mineiro permanece responsável por parte dos vencimentos de atletas cedidos a outras equipes. A medida visa o equilíbrio das contas e a transferência integral do ônus salarial para os clubes interessados em jogadores da Raposa.

Essa mudança de postura impacta diretamente o futuro de Gabigol. O atacante, que possui contrato com o Cruzeiro até dezembro de 2028, está atualmente emprestado ao Santos até o fim de 2026. Embora o presidente santista, Marcelo Teixeira, tenha sinalizado o desejo de manter o jogador, o Peixe enfrenta limitações financeiras e precisaria de uma parceria de custos para viabilizar a permanência. Com a nova regra, o Santos teria que assumir 100% dos salários do atleta para que um novo empréstimo ocorra.

Rigor financeiro na SAF

A decisão não é uma exceção para um único atleta, mas uma regra institucional para todos os jogadores que possam ser negociados ou cedidos na próxima temporada. O objetivo é garantir que qualquer movimentação de saída gere alívio imediato no fluxo de caixa da Raposa. Caso não haja interessados dispostos a arcar com os custos totais, os jogadores deverão se reapresentar ao Cruzeiro para integrar o elenco principal.

Perguntas frequentes

O Cruzeiro vai pagar o salário de Gabigol no Santos em 2027? Não. A nova política da SAF determina que o Cruzeiro não bancará parte de salários de jogadores emprestados.

Qual o impacto dessa decisão para o Santos? O Santos precisará assumir integralmente os custos salariais se quiser tentar manter Gabigol por empréstimo em 2027.