Rodrigo de Paul silenciou os críticos na estreia da Argentina na Copa do Mundo de 2026. Após a mudança para o Inter Miami em 2025, surgiram questionamentos sobre o possível declínio de sua carreira e sua capacidade de manter o nível exigido pela seleção de Lionel Scaloni. No entanto, a atuação na vitória por 3 a 0 sobre a Argélia provou que o meia de 32 anos continua sendo um pilar fundamental para a Albiceleste.

Com uma performance física e técnica de alto nível, De Paul atuou com liberdade, flutuando entre a marcação e a construção de jogadas. Ele foi responsável por passes cruciais que desestruturaram a defesa adversária, inclusive servindo Messi para abrir o placar. Além da entrega defensiva, sua precisão foi estatisticamente impressionante, registrando 92% de acerto nos passes e liderando o volume de jogo entre os jogadores de linha.

O desempenho reafirma que o papel de De Paul vai muito além de ser um 'guarda-costas' de Messi. Ele se consolidou como um motor de transição e inteligência tática, sendo peça indispensável para o equilíbrio do sistema de Scaloni. Mesmo atuando em uma liga menos competitiva que a europeia, o meia demonstrou que possui o vigor necessário para protagonizar grandes momentos no maior palco do futebol mundial.

Perguntas frequentes

Como foi a atuação de De Paul contra a Argélia? Ele foi decisivo na armação, registrou 92% de passes certos e participou ativamente dos gols de Messi.

Por que existiam dúvidas sobre o desempenho de De Paul? A transferência para o Inter Miami levantou questionamentos sobre seu nível físico e técnico devido ao padrão da liga americana.