A classificação da Inglaterra para as oitavas de final da Copa do Mundo não foi simples. Na última quarta-feira (1º), em Atlanta, os Três Leões precisaram do brilho individual de Harry Kane para superar a República Democrática do Congo por 2 a 1. O resultado garante a sobrevivência no torneio, mas acende um alerta sobre o modelo de jogo adotado por Thomas Tuchel.
O grande problema exposto é a centralização do poder ofensivo. Até o momento, Kane e Jude Bellingham são responsáveis diretos por sete dos oito gols marcados pela seleção inglesa. Com cinco gols em quatro partidas, Kane carrega o peso de ser a principal referência técnica, enquanto Bellingham dita o ritmo do meio-campo. Quando a dupla não consegue decidir, como ocorreu no empate contra Gana, a equipe demonstra uma incapacidade crônica de criar alternativas.
O desafio de Tuchel para diversificar o ataque
A dependência das estrelas é um risco estratégico. Enquanto jogadores como Marcus Rashford têm tido dificuldades de eficiência, a equipe parece projetada para servir exclusivamente Kane e Bellingham. Para avançar nas fases decisivas, especialmente contra o México, Tuchel precisará encontrar soluções que não dependam apenas do brilho individual de seus dois principais craques, sob o risco de serem anulados por defesas mais compactas.
Perguntas frequentes
Quem são os principais artilheiros da Inglaterra na Copa? Harry Kane é o destaque com cinco gols, seguido por Jude Bellingham.
Qual foi o resultado contra a RD Congo? A Inglaterra venceu por 2 a 1, garantindo a vaga nas oitavas de final.
