O São Paulo encerra a janela com quatro contratações, mas o técnico Dorival Júnior já sinalizou à diretoria a necessidade de mais dois reforços: um atacante e um meio-campista. A insatisfação com atuações recentes e resultados abaixo do esperado motiva o pedido, que esbarra em uma divisão interna sobre a viabilidade financeira do clube.
Uma ala da alta cúpula defende a proibição de novos investimentos sem a concretização prévia de vendas. O cenário é agravado pelo atraso de dois meses nos pagamentos dos direitos de imagem aos jogadores. Para parte do departamento, fechar novas contratações poderia ser interpretado como desrespeito aos atletas que já integram o elenco e aguardam seus créditos.
Por outro lado, há a avaliação técnica de que o elenco carece de uma sombra para Calleri e de um armador de meio-campo. A estratégia prioriza operações de baixo custo ou empréstimos. Tentativas com Gustavo Scarpa falharam devido à recusa do Atlético-MG em transferir dívidas, e Jamie Vardy foi descartado pelos valores exigidos. As chegadas recentes incluem Newton, Iago Borduchi, Domingos Duarte e Aurélio Buta, enquanto vários jogadores seguem nos planos de saída.
Perguntas frequentes
Quais posições Dorival Júnior quer reforçar? O técnico busca um atacante e um meio-campista com características de armador.
Por que a diretoria está dividida sobre novas contratações? Há atraso nos pagamentos dos direitos de imagem, gerando receio de desrespeito aos jogadores atuais.
