Endrick não entrou em campo no empate do Brasil por 1 a 1 contra Marrocos, na estreia do Grupo C da Copa do Mundo 2026, e já se tornou um ponto de tensão para Carlo Ancelotti. O técnico, em sua estreia em uma Copa, foi direto ao negar explicações individuais sobre o jovem atacante, focando apenas na atuação coletiva. A decisão de mantê-lo no banco, mesmo após aquecimentos pré-jogo, gera incômodo em uma equipe que precisava de mais criatividade.
A formação inicial de Ancelotti para a partida no MetLife Stadium priorizou Lucas Paquetá na direita, Vini Jr. à esquerda e Raphinha no outro flanco, com Igor Thiago ocupando a área. A estratégia não funcionou no primeiro tempo, exigindo mudanças na etapa seguinte. Luiz Henrique substituiu Igor Thiago, e Matheus Cunha entrou no lugar de Paquetá. As alterações melhoraram a movimentação brasileira, mas não foram suficientes para garantir a vitória.
Apesar do histórico recente com Ancelotti no Real Madrid e do empréstimo ao Lyon, o atacante de 19 anos tem quatro gols em 17 jogos pela Seleção Brasileira. A ausência na vitória da Escócia sobre o Haiti, que abriu o grupo, coloca o Brasil em posição de desvantagem relativa. O treinador justificou a escalação como um evento único, sem ligações diretas com a composição final da equipe. Agora, o Brasil busca recuperação imediata contra o Haiti na próxima rodada.
Perguntas frequentes
Por que Endrick não jogou contra Marrocos? Ancelotti optou por uma formação inicial específica com Paquetá, Vini Jr. e Raphinha, mantendo Endrick no banco por decisão tática para a estreia.
Qual foi o resultado da estreia do Brasil na Copa 2026? O Brasil empatou com Marrocos por 1 a 1 no MetLife Stadium, enquanto a Escócia venceu o Haiti por 1 a 0.
