A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo 2026 marca o maior jejum do torneio desde 1958. O vexame, contudo, não pode ser atribuído apenas a Carlo Ancelotti ou aos jogadores em campo. A CBF é a grande responsável pelo fracasso, pois conduziu o país pelo pior ciclo de Mundial na história.
O problema começou antes mesmo do início das Eliminatórias. Após Tite comunicar que não continuaria em 2022, a entidade falhou em criar um planejamento estruturado. O resultado foi um período marcado por quatro treinadores diferentes, eliminação nas quartas da Copa América e quinto lugar nas Eliminatórias Sul-Americanas. Nesse contexto, era improvável que o resultado na principal competição da Fifa fosse outro.
A instabilidade política nos bastidores também pesou. Ednaldo Rodrigues, eleito em 2022, enfrentou novos imbróglios jurídicos e foi destituído pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro em dezembro de 2023. Enquanto a comissão técnica oscilava, a cúpula da entidade estava imersa em crises que prejudicaram a preparação da equipe. Para 2030, a prioridade deve ser a estabilidade institucional e um planejamento de longo prazo que evite a repetição desses erros históricos.
Perguntas frequentes
Qual foi o maior problema da CBF no ciclo da Copa 2026? A falta de planejamento estruturado e a instabilidade política, com quatro treinadores diferentes e crises jurídicas na presidência.
Quem é o principal culpado pela eliminação para a Noruega? A CBF, por conduzir o pior ciclo de Mundial na história, embora Ancelotti e jogadores também tenham sua parcela de culpa.
O que a CBF precisa fazer para a Copa do Mundo 2030? Garantir estabilidade institucional e criar um planejamento de longo prazo para a Seleção Brasileira.
