Impacto financeiro e insegurança jurídica
O Fluminense manifestou publicamente sua preocupação com o recente veto do governo federal à publicidade de casas de apostas (bets). O clube tricolor, ao lado do Flamengo, alerta para a falta de segurança jurídica e previsibilidade causada pela decisão, que estabeleceu o prazo de 5 de outubro para a retirada de patrocínios e sinais de marcas do setor.
Em comunicado, o clube ressaltou que assumiu compromissos financeiros de longo prazo baseados nesses recursos. Um exemplo citado é o estoque de seis meses de camisas com a marca do patrocinador master nas lojas oficiais. A mudança abrupta pode gerar prejuízos significativos e afetar milhares de empregos em toda a cadeia produtiva ligada ao esporte.
O Fluminense defende que, embora o debate sobre os riscos de vício e endividamento seja legítimo, é necessário um período de transição adequado. O clube pontuou que os recursos provenientes de patrocínios são vitais para o financiamento de categorias de base, futebol feminino e modalidades olímpicas. Além disso, questionou a efetividade da medida, argumentando que a proibição não impedirá o crescimento do mercado clandestino e poderá reduzir a arrecadação pública.
Perguntas frequentes
Qual o prazo para a retirada das marcas de apostas? O governo federal estabeleceu o prazo de 5 de outubro para a remoção das publicidades e sinais de patrocínio.
Por que o Fluminense critica a decisão? O clube alega falta de segurança jurídica, prejuízos financeiros com estoques de produtos e impacto no financiamento de categorias de base e futebol feminino.
