Gabriel Paulista saiu machucado da noite desta quarta-feira em La Plata. O zagueiro do Corinthians sofreu uma cotovelada violenta de Carlos Carrillo, volante do Estudiantes, logo no início do segundo tempo. A agressão ocorreu durante uma disputa aérea intensa, deixando o brasileiro com um inchaço visível na testa.
O lance aconteceu nos primeiros minutos da etapa complementar, em momento crucial das quartas de final da Libertadores. Carrillo, ao tentar vencer a jogada, elevou o braço descontroladamente, acertando o rosto de Gabriel Paulista. O jogador paralisou imediatamente, segurando a região atingida, enquanto a equipe argentina continuava a partida sem que o árbitro percebesse a gravidade do toque.
A ausência da punição imediata gerou revolta na torcida corintiana e nos analistas esportivos. A cotovelada deixou um galo considerável no rosto do defensor, mas ele conseguiu permanecer em campo por mais alguns minutos antes de ser substituído por motivos táticos e de segurança. O episódio reacende o debate sobre a aplicação rigorosa de cartões vermelhos diretos para jogadas perigosas que colocam em risco a integridade física dos atletas.
O Corinthians segue sua campanha na Libertadores com a necessidade de reações rápidas, mas o incidente marca um ponto negativo na atuação da equipe argentina. A diretoria do clube paulista acompanha de perto o estado de saúde de Gabriel Paulista, que deve passar por exames para avaliar possíveis lesões mais graves no rosto.
Perguntas frequentes
Gabriel Paulista precisou ser substituído após a cotovelada? Sim, ele foi retirado de campo pouco tempo depois do incidente por precaução e tática.
O árbitro marcou falta na jogada? Não houve marcação imediata da agressão pelo juiz durante a sequência do jogo.
