O sucesso do Paris Saint-Germain sob o comando de Luis Enrique transcendeu os limites do Parque dos Príncipes e chegou à Seleção Francesa. Mesmo sem uma relação direta entre os técnicos Luis Enrique e Didier Deschamps, os Bleus estão adotando mecanismos táticos que definiram a campanha recente do clube parisiense na Europa.
A mimetização do modelo parisiense
A influência é visível em pilares fundamentais do jogo moderno. A seleção francesa passou a replicar a pressão pós-perda agressiva e a construção de jogo desde a defesa. O padrão consiste em atrair a marcação adversária para, em seguida, utilizar lançamentos longos para as laterais, explorando o campo aberto e esvaziando o setor central para transições rápidas.
Além da saída de bola, a organização sem a posse de bola tornou-se mais intensa. A França tem priorizado a pressão alta para encurralar o oponente, chegando a utilizar táticas de contenção, como o chute para a lateral, para manter o adversário sob constante pressão. Jogadores que atuam no PSG, como Ousmane Dembélé e Bradley Barcola, servem como o elo natural para a implementação desses conceitos no cenário internacional da Copa do Mundo de 2026.
Perguntas frequentes
Qual a relação entre Luis Enrique e Didier Deschamps? Não existe uma relação próxima entre os técnicos, mas a seleção francesa absorve conceitos táticos do PSG de Enrique.
Quais táticas do PSG a França está usando? A pressão pós-perda, a construção de jogo atraindo a marcação e o uso de transições rápidas pelas laterais.
