A concentração da seleção do Equador na Cidade do México foi palco de um episódio de tensão nesta madrugada. Torcedores mexicanos promoveram um intenso foguetório em frente ao hotel onde a equipe sul-americana está hospedada, transformando a preparação para o confronto decisivo em um clima de hostilidade que remete ao ambiente de torneios continentais. O incidente ocorreu no bairro de Santa Fé, pouco antes do duelo válido pelos 16 avos de final da Copa do Mundo 2026.

Embora as forças de segurança tenham relatado que não houve confrontos físicos ou invasões, o impacto psicológico e a repercussão foram imediatos. A lenda do futebol mexicano, Hugo Sánchez, criticou duramente a atitude, classificando o episódio como falta de esportividade e comparando o comportamento a um nível de futebol de 'terceiro mundo'. Para Sánchez, a superioridade deve ser demonstrada dentro das quatro linhas, e não por meio de intimidação externa.

A seleção do Equador, comandada por Sebastián Beccacece, optou pelo silêncio nas redes sociais, limitando-se a registrar a chegada ao hotel. O clima de pressão deve se intensificar no Estádio Azteca, onde o México conta com o apoio massivo de sua torcida. O vencedor deste duelo enfrentará o vencedor de Inglaterra e RD Congo nas oitavas de final.

Perguntas frequentes

O que aconteceu no hotel do Equador? Torcedores mexicanos realizaram um foguetório em frente ao hotel da seleção equatoriana na Cidade do México.

Houve violência física no incidente? Não. Segundo as autoridades locais, não houve confrontos entre torcedores ou com os jogadores, apenas o barulho dos fogos.

Quem criticou o comportamento dos mexicanos? O ex-jogador e comentarista Hugo Sánchez criticou a falta de esportividade do episódio.