Julian Nagelsmann não se deixa intimidar pelas projeções que apontam a Alemanha e o Brasil como fora do grupo de principais candidatos ao título da Copa do Mundo 2026. Na véspera da estreia contra Curaçao, o técnico alemão desmitificou a importância do favoritismo, reforçando que o histórico multicampeão não garante resultados em campo. "Não venceremos um jogo por sermos favoritos ou não; isso não ganha partidas", declarou Nagelsmann, destacando que o único caminho para o troféu é o desempenho perfeito a cada 90 minutos.
Com a seleção alemã na décima posição do ranking da Fifa e o Brasil no sexto, a sensação é de que as seleções tradicionais ficaram para trás de potências como Argentina, Espanha, França e Inglaterra. No entanto, a postura de Nagelsmann é de desdém em relação às expectativas externas. O treinador, de apenas 38 anos, assume sua juventude e sua primeira experiência em uma Copa do Mundo, mas não vê isso como uma desvantagem. Pelo contrário, vê a oportunidade de aprender com veteranos da categoria, como o holandês Dick Advocaat, técnico mais velho da competição.
Apesar da briga profissional antecipada contra Advocaat, Nagelsmann manteve o tom leve e profissional, elogiando a trajetória do colega. O foco, contudo, permanece estrito na preparação. Após dois reveses na fase de grupos nas edições anteriores, a Alemanha busca se reerguer como uma potência competitiva. A estratégia é clara: ignorar o ruído midiático, focar no próximo adversário e buscar a excelência tática imediata para transformar o potencial em resultado concreto no NRG Stadium.
Perguntas frequentes
Quem são os favoritos para a Copa 2026? Argentina, Espanha, França e Inglaterra são as principais apostas, enquanto Alemanha e Brasil estão fora desse grupo inicial.
Qual a posição da Alemanha no ranking da Fifa? A Alemanha ocupa a décima posição, enquanto o Brasil está na sexta.
