A situação da Ponte Preta atingiu o ponto de ruptura. Após sofrer uma goleada avassaladora de 6 a 0 para o Vila Nova, o elenco utilizou as redes sociais para expor o caos administrativo que assola o clube campineiro. O capitão Élvis e outros atletas confirmaram que o grupo está há cerca de seis meses sem receber salários, o que compromete a dignidade e o sustento de atletas e funcionários.
O desabafo não é apenas um protesto, mas um ultimato. Os jogadores condicionaram a continuidade das atividades ao avanço da implementação da SAF (Sociedade Anônima do Futebol). O objetivo é garantir que as contas sejam regularizadas e que o clube volte a honrar seus compromissos financeiros. Caso não haja uma solução concreta, o elenco ameaçou paralisar as atividades do futebol profissional a partir do dia 25 de agosto.
O prazo estipulado pelos atletas coincide com um momento decisivo para a gestão: a Assembleia Geral Extraordinária marcada para o dia 24 de agosto, onde o Conselho Deliberativo decidirá sobre a constituição da SAF. Enquanto a política interna tenta encontrar uma saída, o desempenho em campo reflete o colapso. Atualmente, a Macaca amarga a lanterna da Série B, com apenas dez pontos conquistados em 23 partidas, evidenciando que a crise financeira já destruiu o equilíbrio esportivo do time.
Perguntas frequentes
Qual o motivo do protesto dos jogadores da Ponte Preta? Os jogadores estão há aproximadamente seis meses sem receber seus salários e exigem a implementação da SAF para regularizar as finanças.
Quando pode ocorrer o boicote do elenco? O elenco ameaçou paralisar as atividades do futebol profissional a partir do dia 25 de agosto, caso não haja uma solução para os atrasos.
