PSG mira R$ 1,7 bilhão em vendas de reservas
O PSG inverteu a lógica do mercado de transferências nesta janela. Longe de ser o maior comprador da história, como fez com Neymar e Kylian Mbappé, o clube parisiense busca o verão europeu mais lucrativo de sua trajetória. O objetivo interno é ultrapassar a marca de 300 milhões de euros (R$ 1,7 bilhão) em vendas, utilizando apenas jogadores que não compõem a espinha dorsal de Luis Enrique.
As saídas já estão confirmadas ou próximas. Gonçalo Ramos rumou ao Milan por 70 milhões de euros, e Lee Kang-in deve ser negociado com o Atlético de Madrid por 40 milhões. Somente esses dois movimentos garantem mais de 100 milhões de euros para os cofres do clube francês. A estratégia é clara: monetizar o elenco de profundidade para reinvestir em peças estratégicas, mantendo a integridade do elenco titular campeão.
Além dos confirmados, pelo menos três nomes estão em negociação. Kolo Muani, que não foi aproveitado no empréstimo ao Tottenham, pode render 40 milhões com a venda definitiva. O jovem senegalês Ibrahim Mbaye, destaque na Copa do Mundo, tem valor estimado entre 40 e 50 milhões e pode seguir para a Premier League. O caso de Bradley Barcola é o mais complexo. Com contrato até 2028, o clube não quer vendê-lo, mas fixou o passe em 150 milhões de euros, valor acessível apenas para gigantes como Arsenal e Liverpool, caso as renovações não deem certo.
A movimentação demonstra uma gestão financeira madura. Ao vender reservas valorizados e manter o núcleo titular, o PSG busca sustentar o alto custo operacional sem comprometer a competitividade no campo.
Perguntas frequentes
Quanto o PSG pretende faturar com as vendas desta janela? O clube parisiense mira ultrapassar 300 milhões de euros (R$ 1,7 bilhão) em vendas de jogadores reservas.
Quem são os jogadores confirmados ou próximos de sair do PSG? Gonçalo Ramos já foi vendido ao Milan por 70 milhões de euros, e Lee Kang-in deve ir para o Atlético de Madrid por 40 milhões.
O PSG vai mexer no time titular para equilibrar as finanças? Não. A estratégia é vender reservas como Kolo Muani e Ibrahim Mbaye, mantendo a espinha dorsal de Luis Enrique intacta.
