O início da temporada 2026-27 de Raphinha pelo Barcelona é devastador. Com seis gols em quatro rodadas da La Liga, o brasileiro não apenas lidera a artilharia, mas redefiniu o ataque catalão. A ausência de Robert Lewandowski, vendido para a MLS, exigiu uma solução imediata que Hansi Flick encontrou na adaptação do camisa 11 como centroavante. O resultado foi imediato: o time venceu as quatro primeiras partidas e dominou o campeonato.
A mudança tática não surpreendeu o técnico alemão, que reconheceu o nível mundialista do jogador. Raphinha tornou-se a referência ofensiva ao lado de Lamine Yamal, superando até mesmo as contratações de Gabriel Jesus e Hamza Abdelkarim. Seus números se aproximam dos feitos históricos de Lionel Messi no clube, provando que a flexibilidade posicional é sua maior arma.
Para Carlo Ancelotti e a Seleção Brasileira, essa evolução abre uma janela tática estratégica. O técnico italiano busca há mais de um ano um titular definitivo para o ataque, testando nomes como Richarlison, Vitor Roque e Endrick sem sucesso consistente. Raphinha oferece agora a possibilidade de manter o 4-3-3, formação padrão do Barcelona e Real Madrid, permitindo maior presença no meio-campo — ponto fraco da última Copa do Mundo — sem perder a potência nas pontas com Vinícius Jr. e Rodrygo.
Perguntas frequentes
Raphinha pode jogar como centroavante na Seleção? Sim, sua adaptação ao papel no Barcelona oferece a Ancelotti uma nova opção tática no 4-3-3.
Quais são os números de Raphinha na La Liga? O brasileiro marcou seis gols em quatro jogos, liderando a artilharia do campeonato espanhol.
