O Botafogo fechou a venda de Santi Rodríguez ao Columbus Crew, da Major League Soccer (MLS). O anúncio oficial foi feito nesta quarta-feira, encerrando um processo de negociação que se arrastava por semanas. A transação financeira gira em torno de US$ 6,8 milhões (aproximadamente R$ 34 milhões), valor considerado estratégico para as finanças do clube carioca.
A demora no fechamento deveu-se principalmente a questões regulatórias da liga americana. A MLS possui regras rígidas sobre o uso de Designated Players (jogadores com salário acima de um teto específico). O Columbus precisou ajustar sua folha salarial para liberar uma vaga e viabilizar a contratação do meia argentino, que deixa o Nilo após boa passagem pelo clube alvinegro.
Para o Botafogo, a saída representa uma entrada financeira significativa em meio às exigências da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) relacionadas ao Fair Play financeiro. O valor recebido ajuda a equilibrar as contas e abre espaço para novas contratações no mercado. Rodríguez atuava como volante e meia, sendo peça importante na estrutura tática do time dirigido por Tite.
O jogador agora embarca para os Estados Unidos para passar por exames médicos e finalizar sua integração ao elenco do Columbus Crew. A expectativa é que ele esteja disponível para as próximas rodadas da MLS. No Brasil, a torcida alvinegra acompanha o desfecho de mais uma operação comercial bem-sucedida, que mantém a política de venda de talentos em momentos estratégicos.
Perguntas frequentes
Quanto o Botafogo recebeu pela venda de Santi Rodríguez? O valor da transação foi de US$ 6,8 milhões, aproximadamente R$ 34 milhões.
Por que a negociação demorou tanto? A demora ocorreu devido à necessidade do Columbus Crew ajustar sua folha salarial para respeitar as regras de Designated Players da MLS.
