O São Paulo vive um momento de dualidade. Se por um lado a classificação na Copa Sul-Americana sobre o Bolívar trouxe um respiro necessário ao Morumbis, por outro, o Campeonato Brasileiro cobra um preço alto. Neste domingo (23), o desafio de Dorival Júnior contra a Chapecoense, na Arena Condá, carrega um peso estatístico perigoso para o treinador.

Atualmente, Dorival ostenta apenas 3 pontos em 18 disputados, um aproveitamento de 16,7% nas primeiras sete rodadas do Brasileirão. Caso o Tricolor saia de campo derrotado, o técnico entrará para o livro de recordes negativos do clube, igualando o desempenho de Autuori em 2013, que também somou apenas 3 pontos no mesmo período. Um empate deixaria o treinador com 19% de aproveitamento, ainda abaixo da média histórica de outros comandantes.

O cenário para o São Paulo é de urgência. Ocupando a 13ª posição com 27 pontos, a equipe precisa se distanciar definitivamente da zona de rebaixamento. Uma vitória em Chapecó não apenas interromperia a sequência negativa no nacional, como elevaria o aproveitamento de Dorival para 28,6%, retirando-o da zona de estatísticas desastrosas. O confronto é visto como o divisor de águas para estabilizar o trabalho do técnico no comando do clube.

Perguntas frequentes

Qual o risco de Dorival Júnior contra a Chapecoense? Se perder, Dorival terá o pior aproveitamento de um técnico do São Paulo após sete rodadas no Brasileirão, igualando o registro de Autuori em 2013.

Como o São Paulo vem de competições continentais? O São Paulo chega embalado após vencer o Bolívar por 3 a 1, garantindo vaga nas quartas de final da Copa Sul-Americana.