A vitória de Portugal sobre a Croácia nas oitavas de final da Copa do Mundo 2026 foi decidida por uma polêmica tecnológica. No último minuto dos acréscimos, o gol de empate croata foi anulado pelo VAR após a detecção de um toque de mão involuntário no jogador Matanovic. A decisão se baseia na nova tecnologia instalada nas bolas do torneio: um chip de medição inercial (IMU).
O sensor opera em uma frequência de aproximadamente 500 Hz, registrando dados cerca de 500 vezes por segundo. Essas informações são enviadas em tempo real para a central do VAR. Quando há qualquer contato com a bola, por mais leve que seja, o sensor registra uma alteração física nos dados, identificando o instante exato do toque. Sem essa precisão, a análise visual do vídeo poderia ser inconclusiva.
Na partida, após um cruzamento para a área, Igor Matanovic desviou de cabeça e Pasalic tocou para Gvardiol marcar. O árbitro Espen Eskas marcou o gol, mas a revisão captou que Pasalic estava impedido no momento do toque de Matanovic. O chip confirmou o contato involuntário, anulando a jogada. A tecnologia IMU representa um avanço na busca pela justiça esportiva, mas levanta debates sobre a subjetividade das regras e o impacto nos momentos decisivos do futebol.
Perguntas frequentes
O que é o chip IMU da bola da Copa? É um sensor de medição inercial instalado no interior da bola que opera a 500 Hz, registrando dados de contato em tempo real para o VAR.
Por que o gol da Croácia foi anulado? O chip detectou um toque de mão involuntário no jogador Matanovic antes do gol, configurando infração que anulou a jogada.
Qual a frequência de operação do sensor? O sensor registra dados aproximadamente 500 vezes por segundo, permitindo identificar o momento exato de qualquer toque na bola.
