A Suíça consolidou-se como uma presença constante no futebol mundial. Desde 2006, é uma das seis seleções europeias, junto com Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Portugal, a disputar todas as Copas do Mundo. Esse feito é notável considerando que a Suíça ficou mais de trinta anos sem classificação, com apenas uma aparição entre 1970 e 2002. Atualmente, o país tem mais participações no torneio do que Itália e Holanda, que ficaram fora em algumas edições recentes.

A base desse sucesso é a chamada geração de ouro, liderada por Granit Xhaka, Xherdan Shaqiri e Breel Embolo. Esses jogadores emergiram das categorias de base do Basel, clube que serviu de incubadora para o talento suíço. A formação técnica foi essencial, com destaque para a atuação do argentino Facundo Alvanezzi no desenvolvimento dos jovens talentos entre 2008 e 2017. Xhaka, hoje no Sunderland, é o principal nome dessa leva e pode estar em sua última Copa.

Para a Copa do Mundo de 2026, a Suíça enfrenta o desafio de quebrar o tabu das oitavas de final. A equipe tem o Grupo B como o mais equilibrado do torneio e lidera o ranking da Fifa entre seus adversários diretos, incluindo Canadá, Bósnia e Herzegovina e Catar. Esta será a última oportunidade para essa geração igualar os feitos das equipes de 1934, 1938 e 1954, que alcançaram as quartas de final. O foco agora é transformar consistência em avanço definitivo no mundial.

Perguntas frequentes

Por que a Suíça é considerada uma seleção fixa? Porque está presente em todas as Copas do Mundo desde 2006, superando potências tradicionais que faltaram em alguma edição.

Qual foi o clube base da geração atual? O Basel foi fundamental na formação de jogadores como Granit Xhaka, Xherdan Shaqiri e Breel Embolo.