A noite no Estádio Beira-Rio terminou em caos para o Internacional. Logo após a derrota para o Santos, válida pela 26ª rodada do Brasileirão, membros de uma torcida organizada tentaram invadir a área restrita de passagem dos jogadores. Homens vestindo uniformes da Camisa 12 avançaram contra seguranças na passarela que liga o edifício-garagem à zona mista, com o claro objetivo de confrontar o elenco colorado.

A tensão só foi contida com a chegada da Tropa de Choque, que utilizou disparos para dispersão e gás lacrimogênio. Além do confronto principal, outros distúrbios foram registrados no pátio da arena, onde gradis foram derrubados por parte dos agressores. A situação foi tão grave que a delegação do Internacional precisou abandonar o local por uma saída alternativa, impedindo que os jogadores e comissão técnica se manifestassem na imprensa após a partida.

O episódio reflete o momento delicado vivido pelo clube gaúcho, somado a protestos internos contra a diretoria que já vinham ocorrendo mais cedo. A invasão de áreas restritas é crime grave e a Polícia Civil investiga os envolvidos para identificar os autores dos danos materiais e das agressões. O clube deve tomar medidas administrativas rigorosas para coibir futuras ações de setores radicais da torcida, que colocam em risco a integridade física de atletas, funcionários e demais espectadores.

Perguntas frequentes

Por que os jogadores do Inter não falaram com a imprensa após o jogo? Devido à invasão da área restrita e aos confrontos com a polícia, a delegação do Internacional foi obrigada a deixar o estádio por uma saída alternativa de emergência.

Qual foi o papel da Tropa de Choque no Beira-Rio? A tropa especial interveio para conter a invasão promovida por torcedores, utilizando disparos de dispersão e gás lacrimogênio para restaurar a ordem e garantir a segurança do local.