Marquinhos chega à Copa do Mundo 2026 como capitão da Seleção Brasileira e do PSG, mas sua trajetória foi forjada na base sólida do Colégio Salesiano, em Santana, Zona Norte de São Paulo. Longe dos holofotes das grandes arenas, o atual zagueiro de elite deu seus primeiros passos em um ambiente que valoriza a educação e o esporte, onde foi bolsista e se destacou não apenas pela técnica, mas pelo caráter e popularidade entre os pares.
Sua ligação inicial com a bola foi curiosa: o futuro líder dos brasileiros adorava ser goleiro. No entanto, foi no atletismo que encontrou sua verdadeira paixão física. Segundo Adalberto Barbosa, diretor de esportes da escola, Marquinhos era uma força motriz no pátio. Ele dominava as provas de velocidade, salto em altura e distância, colhendo medalhas em festivais internos e externos. Essa base atlética robusta foi fundamental para construir a explosão e a resistência que hoje o definem no meio-campo defensivo.
Além da dedicação esportiva, o ex-aluno deixou um legado de gratidão. Marquinhos presenteou a instituição com uma camisa autografada, utilizada por ele durante a Copa América de 2016, um gesto que reflete sua postura humilde e sua conexão permanente com suas origens. Hoje, bicampeão da Champions League e líder de uma geração de ouro do futebol brasileiro, ele carrega consigo a disciplina e a versatilidade adquiridas nos campos de Santana, provando que a grandeza não nasce pronta, mas é construída dia após dia.
Perguntas frequentes
Onde Marquinhos estudou? Marquinhos fez grande parte do Ensino Fundamental no Colégio Salesiano, em Santana, na Zona Norte de São Paulo.
Marquinhos era goleiro ou jogador de campo? Na infância, ele demonstrava preferência por ser goleiro, mas sua maior vocação atlética estava no atletismo.
Qual foi o presente de Marquinhos à sua antiga escola? Ele doou uma camisa autografada da Seleção Brasileira, usada na Copa América de 2016.
