Neymar realizou sua primeira atividade em campo com a Seleção Brasileira nesta terça-feira, 16, em treino leve de tênis. O atacante segue o protocolo de recuperação para a lesão de grau 2 na panturrilha direita. Apesar do retorno aos treinos coletivos, o camisa 10 não deve atuar contra o Haiti, na sexta-feira, 16, mantendo a cautela da comissão técnica.
A imprevisibilidade no cronograma de volta foi destacada por Filipe Abdalla, especialista em fisioterapia esportiva. Segundo o profissional, embora estimativas médias apontem entre 15 e 20 dias para esse tipo de contusão, cada organismo reage de forma distinta. Fatores como sono, alimentação e preparação física individualizada tornam inviável estipular um prazo real e rígido para o retorno às quadras.
A avaliação deve ser diária, indo além de exames de imagem. Força muscular, ausência de dor e a qualidade do tecido são critérios clínicos essenciais para autorizar o retorno progressivo. O diagnóstico inicial de edema, que causou confusão entre a imprensa e o Santos, refere-se a um inchaço vascular comum em estiramentos, diferindo de rupturas fibrilares mais graves classificadas como grau superior na escala britânica.
A CBF adota postura preventiva para proteger o veterano, evitando riscos de agravo que poderiam comprometer sua disponibilidade para as etapas decisivas do torneio. Enquanto não há liberação definitiva, Ancelotti monitora a evolução caso a caso, priorizando a integridade do atleta em detrimento de urgências pontuais.
Perguntas frequentes
Neymar joga contra o Haiti? Não, o jogador não deve atuar no jogo contra o Haiti na próxima sexta-feira devido à cautela na recuperação da lesão de panturrilha.
Qual o tempo médio de recuperação? Estimativas médias variam de 15 a 20 dias, mas o especialista Filipe Abdalla alerta que o prazo é imprevisível e depende de avaliação diária.
