Impasse sobre o palco do confronto decisivo

A diretoria do Vasco da Gama intensifica as buscas para garantir o uso do Maracanã na semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors. O clube enfrenta dificuldades com a gestão do estádio, que alega questões de gramado e calendário para dificultar a liberação. O presidente Pedrinho ressaltou que existe um contrato vigente que deveria assegurar o uso da arena, mas que cláusulas interpretativas têm sido utilizadas para barrar o Cruz-Maltino.

Devido às exigências da Conmebol, o Vasco não pode realizar o duelo contra os argentinos em São Januário, já que o regulamento exige capacidade mínima de 30 mil espectadores para a fase semifinal, e a Colina comporta cerca de 21.880 pessoas. Caso a liberação do Maracanã não ocorra, o presidente sinalizou que buscará uma flexibilização junto à entidade sul-americana para adaptar o setor de visitantes em São Januário.

Como contrapartida política e estratégica, o Vasco pretende levar o clássico contra o Flamengo, pelo Brasileirão, para São Januário caso o Maracanã seja negado para o jogo internacional. Pedrinho criticou a atual gestão do estádio e reforçou que o clube possui infraestrutura para jogos de risco, dependendo apenas de autorização do poder público para realizar grandes eventos em sua própria casa.

Perguntas frequentes

Por que o Vasco não pode jogar contra o Boca em São Januário? A Conmebol exige que estádios de semifinais de competições continentais tenham capacidade mínima de 30 mil pessoas, e São Januário comporta cerca de 21.880.

Qual a alternativa do Vasco caso não consiga o Maracanã? O clube pretende tentar uma flexibilização com a Conmebol para jogar em São Januário ou transferir o clássico contra o Flamengo para a Colina Histórica.