A diretoria do Vasco da Gama protagonizou uma confusão grave no intervalo da partida contra o Vitória, válida pelas quartas de final da Copa do Brasil. Dirigentes e membros da comissão técnica partiram para cima do árbitro Matheus Candançan no túnel de acesso aos vestiários. A súmula oficial registrou que Nelcirio Franchin, treinador de goleiros, tentou desferir um soco no braço do quarto árbitro, sendo contido imediatamente pelo policiamento. Outros envolvidos incluem Admar Lopes, Felipe Maestro e Daniel Felix.
O documento da partida detalha ainda que integrantes do clube carioca utilizaram linguagem ofensiva contra a equipe de arbitragem e tentaram forçar a passagem pelo bloqueio policial. Além das agressões verbais e físicas, foram arremessados copos com líquidos e pedras de gelo na direção dos juízes, tanto no intervalo quanto no retorno para o segundo tempo. O estopim da revolta foi a expulsão do volante Cauan Barros aos 17 minutos do primeiro tempo por impedimento de gol com a mão.
Após o jogo, Admar Lopes criticou publicamente a atuação de Candançan, classificando a expulsão como um "erro grotesco" e apontando uma falta não marcada na área vascaína. O confronto de volta acontece no Barradão, em Salvador, na próxima quarta-feira. Se o Vitória vencer por um gol de diferença, a classificação será decidida nos pênaltis.
Perguntas frequentes
Quem tentou socar o árbitro na partida do Vasco? A súmula aponta que Nelcirio Franchin, treinador de goleiros do Vasco, tentou desferir um soco no braço do quarto árbitro.
Por que a diretoria do Vasco ficou revoltada? A revolta ocorreu após a expulsão do volante Cauan Barros por impedimento de gol e pela ausência de uma falta na área vascaína.
